Jean Henry Dunant
 

Fundador do Movimento Cruz Vermelha

1º Prêmio Nobel da Paz

Foi após a Batalha de Solferino, em 1859, que Henry Dunant teve ideia de criar uma organização que, com o tempo, se converteria no Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Os primeiros voluntários foram aqueles que seguiram Henry Dunant em sua ação de ajuda aos feridos da batalha. Eram residentes da região, ou turistas que visitavam Castiglione, uma cidade próxima ao norte da Itália. A função desses primeiros voluntários foi prestar assistência a todas as vítimas da batalha.

Os horrores da guerra mudaram o curso da vida de Dunant. De regresso a Genebra, escreveu o livro: "Uma Recordação de Solferino", onde pedia que se criassem sociedades beneficentes de socorro que servissem de complemento aos serviços médicos do exército, em tempo de guerra. Henry Dunant também propôs que os feridos e todas as pessoas que os atendiam fossem considerados como neutras, inclusive no campo de batalha, pois não participavam ou haviam deixado de participar na luta. Seu livro comoveu a consciência dos representantes governamentais em todo o mundo.

Esta foi à origem da rede mundial de Sociedades Nacionais de Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, cujas atividades ultrapassam amplamente a ideia original do fundador do Movimento.

Em 1864, em conformidade com a segunda proposta de Henry Dunant, foi firmada a Primeira Convenção de Genebra, onde 12 governos se comprometeram a prestar assistência aos militares feridos, hospitais militares, assim como ao pessoal médico em tempo de guerra.

 

7 Princípios

Humanidade

Nascida da preocupação de prestar socorro, indistintamente, aos feridos nos campos de batalha, a Cruz Vermelha esforça-se, no âmbito internacional e nacional, para evitar e aliviar o sofrimento humano sob qualquer circunstância. Procura não só proteger a vida e a saúde, como também fazer respeitar o ser humano. Promove a compreensão mútua, a amizade, a cooperação e a paz duradoura entre todos os povos.


Imparcialidade

A Cruz Vermelha não faz nenhuma discriminação de nacionalidade, raça, religião, condição social ou opinião política. Procura apenas minorar o sofrimento humano, dando prioridade aos casos mais urgentes de infortúnio.


Neutralidade

A fim de merecer a confiança de todos, a Cruz Vermelha abstém-se de tomar partido em hostilidades ou de participar, em qualquer tempo, de controvérsias de natureza política, racial, religiosa ou ideológica.


Independência

A Cruz Vermelha é independente. As Sociedades Nacionais, auxiliares dos poderes públicos em suas atividades humanitárias, sujeitas às leis que regem seus respectivos países, devem, no entanto, manter sua autonomia, a fim de poderem agir sempre de acordo com os Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha.


Voluntariado

A Cruz Vermelha é uma instituição voluntária de socorros sem nenhuma finalidade lucrativa.


Unidade

Só pode existir uma única Sociedade de Cruz Vermelha em cada país. Ela está aberta a todos e exerce sua ação humanitária em todo o território do mesmo.


Universalidade

A Cruz Vermelha é uma instituição mundial, na qual todas as Sociedades têm iguais direitos e dividem iguais responsabilidades e deveres, ajudando-se mutuamente.

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